Pessoal



24set.2009

A Jóia de Medina

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A Editora Record, junto com a Bites, está realizando um Book Crossing entre Blogueiros e no mês passado eu mergulhei no mundo árabe do século VII, enquanto lia o romance histórico A Jóia de Medina, o primeiro da jornalista Sherry Jones.

Se vocês me perguntarem se eu alguma vez já tinha lido um romance histórico a resposta será não… se eu sabia algo sobre Maomé? Também não, sobre o Islã? Não… A’isha? Não… Mundo árabe, religião muçulmana, Meca, Medina? Não, não, não, não!

Porém o livro tem uma leitura tão envolvente que faz com que o sono não chegue, que o Google comece a trabalhar e que a sorte de ter um Indiano (muçulmano) presente reviva o inglês há muito adormecido em minha mente… Afinal, aproveitei o namorado indiano de uma sahab apara saber mais sobre a religião, sobre Maomé e sobre a própria A’isha.

O livro, que foi considerado polêmico e teve o seu lançamento adiado por medo de ataque terroristas de muçulmanos radicais, conta a história de  A’isha, a esposa-criança de Maomé, que se casou aos 9 anos de idade e viveu em seu harém até aos 19.

Como toda criança tinha sonhos infantis, e depois de casar teve que começar a esquece-los e tenta mudar seu pensamento e atitude, porém ela era uma mulher cheia de quereres, tinha opinião própria, atitude forte, gostava de política, amava guerra e lutas, coisas que, se nos dias de hoje não são aceitas, imagine naquele tempo!

Sua devoção e perspicácia fizeram dela uma conselheira indispensável, tornando-a a mulher mais importante do Islã, e a esposa preferida de Maomé. Tanto que quando comecei o assunto com o indiano que conheci ele ficou com brilho nos olhos ao falar sobre A’isha, e ainda descobri que a mãe dele tem esse nome, que por sinal significa “Vida”.

Sherry Jones criou uma menina encantadora, eu adorei a personagem, ela era sapeca, doce, cheia de artimanhas e volta e meia eu queria me meter nas suas atitudes para impedir-la de fazer bobagens, mas não podia mudar o que já estava escrito, né?! Ou seja, vocês tem que ler e conhecer a pessoa encantadora que foi A’isha…

E não pensem que o livro esta parado, empoeirando em minha estante, pois ele não está!!! Vou dar continuidade ao Book Crossing e já tenho diversas pessoas do meu circulo pessoal que estão interessadas nessa leitura.

– Conheça melhor Maomé nesse Link.
– Conheça melhor A’isha nesse Link. (Em Inglês)

Book Crossing A Jóia de Medina:
– Porque minhas opiniões não cabiam na telinha da TV
– Cybele Meyer

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Quinta-Feira passada começou a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, e aproveitei o Domingo para dar um pulo lá, ver as novidades e tentar conseguir um autógrafo da Meg Cabot, que iria estar lá naquele dia.

Cheguei super cedo, na hora que os portões abriram, e confesso que nessa hora já bateu um arrependimento, pois estava MUITO cheia! E como o povo é mau educado…

São três Pavilhões, a entrada é pelo abóbora, e confesso que nesse eu perdi pouco tempo, pois não tinham muitos estandes que me interessavam.

Quando cheguei no Pavilhão Azul, o segundo e o que mais me interessava, me deparei com o estande da Record, essa editora tem diversos títulos que eu tenho interesse e seria lá que dariam as senhas para os autógrafos da Meg Cabot, porém quando eu cheguei lá, por volta de 10:30 da manhã, a fila já dava voltas pelo estande, e a senha só seria distribuída meio-dia, para quatrocentas pessoas. Fiquei decepcionada, e conversando com uma prima que esta trabalhando no estande da frente, fiquei sabendo que antes dos portões abrirem a fila ja estava formada e enorme, nem minha prima sabe como aquelas pessoas conseguiram entrar…

Desiludida, segui minhas andanças, vi milhares de livros que eu queria comprar, vi alguns escritores que adoro, comprei o Anuário da Publicidade 2008, me joguei com força nas edições do Mangá Nana que eu não achava mais nas bancas, peguei alguns “primeiros capítulos”, vários marcadores de livros e saí de lá por volta das 14:30.

capitulosAlguns 1° Capítulos
marcadoresMilhares de Marcadores de Livros
mangasContinuação da coleção Nana

Vou ver se consigo voltar lá durante a semana, minha mãe esta trabalhando lá, aí fica mais fácil.

consideracoes

– Professores ganham 20% de desconto em praticamente todos os estandes;
– O estande da Editora Record dá descontos progressivos;
– Procure o preço dos livros que vc quer na internet antes, pois podem estar mais baratos;
– Vejam no site da Bienal a programação de autores que irão dar autógrafos;
– Leve uma garrafinha de água, lá tem bebedouros espalhados.

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Há um pouco mais de um ano, quando os Blogs começaram a ser invadidos por fotos de bonecas medonhas e cabeçudas, eu criei minha opinião: as Blythes são horrorosas, dão medo e e um absurdo pagar R$400 reais em uma boneca! Os dias foram passando, mais Blogs foram aderindo a onda das cabeçudas e como uma música (que passamos a gostar depois da terceira escutada) eu passei a olhar as cabeçudas com outros olhos!

Há um mês atrás eu me pegava no eBay vendo os preços das bonecas, no Flickr vendo fotos lindas e criativas, até que cometi uma loucura e encomendei uma… Ou seja, mordi a língua e fui contaminada com meu próprio veneno. Sou tão volatil!!!

Lhes apresento:

SURI

Recebi um dinheiro inesperado e resolvi investir na minha Doll…
É uma Casual Affair, que vem com óculos de coração, pulseirinha de coração e essa roupicha fofa e fashion!


Não comprei nenhuma roupa para ela, nem pretendo comprar… Tentei colocar a roupa de aeromoça de uma Barbie minha e descobri que o corpo da Blythe é menor do que o da Barbie, portando a roupa de uma não cabe na outra…

Também não tive coragem de sair por aí carregando minha Doll dentro da bolsa, sei que ela é muito usada por fotógrafos, pois tem a fama de serem fotogênicas, mas ainda não me sinto confortável, portanto deixa eu me acostumar com a idéia para depois morder a língua de novo!

Para quem anda pensando em comprar/adotar uma, esse site que me ajudou bastante, foi nele que encontrei a minha para adoção.