Sustentabilidade



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Impressionar as visitas é sempre muito legal, e dá para fazer isso acontecer de forma simples e reaproveitando cascas de frutas que iriam para o lixo.

A ideia de hoje é simples, fácil e você mesma conseguirá fazer sem muitos esforços. Aproveite o dia que for fazer um almoço/jantar e faça um suco bem delicioso para servir aos seus convidados, mas reserve as cascas da fruta que você escolher usar, pois elas servirão como taças para servir a sobremesa!

Basta cortar o fundinho da casca para que ela fique parada “em pé” e depois servir a sobremesa dentro da casca da fruta. Fica lindo, veja:

sobremesa1

Nesse caso foi servido sorvete, mas você pode servir o que quiser. Imagina já gelar a gelatina nas cascas, como ficaria lindo, ou então um pavezinho?! Hummm…

Frutas que dão certo para fazer essas taças diferentes~tropicais~lindas:

  • Maracujá
  • Limão
  • Limão siciliano
  • Laranja
  • Melão
  • Melancia (bom para servir salada de frutas)

Amei essa ideia, é criativa, sustentável (pelo menos por um uso e economiza a água da lavagem), diferente e com certeza vai impressionar os convidados! Gostou? Usaria qual fruta para servir aos seus amigos?

Beijos!

Eu acompanho muitos blogs, mais do que eu posso acompanhar e menos do que eu gostaria, e esses dias, depois de adicionar mais um blog a minha lista de blogs, o Vivo Verde, li nele um post que falava sobre o documentário Ilha das Flores.

ilha-das-flores

O que me chamou a atenção foi o título do post, que era “‘Ilha das Flores’, Como assim as pessoas não o conhecem?”, e como eu de fato fazia parte desse grupo de pessoas que não conhecia, e até fiquei achando o artigo errado para acompanhar o sujeito, parei para ler e ver do que se tratava.

Ilha das Flores é um documentário feito por Jorge Furtado em 1989, e de tão bom ganhou um prêmio como Melhor filme de curta-metragem no 17° Festival de Gramado, 1989. Apesar de ter sido feito quando eu tinha apenas 5 aninhos, ele continua atualíssimo…

Esse curta-metragem é um tapa na cara da sociedade, que de 1989 para 2013 se formos parar para pensar nada melhorou… Muitas pessoas tentam fazer a parte delas, mas isso não é suficiente, todos temos que pensar que o mundo não gira em torno de nós, que é importante desapegar, economizar, doar, ajudar ao próximo, evitar o consumo excessivo e principalmente ser solidário.

Difícil fazer tudo isso? Sim! Eu mesma sofro para cumprir esses ideais, mas se peco por um lado tento reforçar no outro. Um exemplo é a coleta seletiva de lixo, que no meu condomínio atual não existe, mas eu separo tudo, deixo aquele tanto de lixo reciclável acumulado no banheiro de empregada para quando puder levar para o condomínio da minha mãe, aonde há anos existe a coleta seletiva.

Outro ponto importante é o desperdício de comida, que sempre evito. É melhor comprar pouca quantidade e se necessário comprar mais do que ter que jogar fora. Quando vejo que tem algo que já está passando do ponto eu invento logo algo para fazer com ele. Semana passada mesmo tinha queijo minas aqui que já não estava fresquinho, cortei tudo em cubinhos, coloquei azeite, orégano e virou um petisco que acabou num piscar de olhos. Agora tenho que dar um pulo no mercado e comprar mais… dessa forma eu não alimento os porcos, ou pior, os humanos que não possuem dinheiro…

Não deixe de assistir a esse documentário, e reflita junto comigo e com mais de 1 milhão de pessoas que já o assistiram.
Beijos!

Sempre fui uma pessoa apegada a coisas, era apegada a embalagens de produtos, livros já lidos, cartas recebidas, objetos de quando era criança… porém eu nunca vivi em grandes apartamentos, e agora me mudei para um que também é bem pequeno, e tenho realizado melhor a importância de destralhar, doar e deixar o ambiente mais clean.

Livros ainda são objetos que eu tenho apego, e sei que acabam ocupando muito espaço, portanto os últimos que adquiri foram em versão digital, mas é claro que ainda mantive vários que ganhei e ainda não li e(ou) tenho apego.

Hoje, colocando a minha leitura de e-mails em dia, li sobre uma ação super bacana que a marca SOU, da Natura, está realizando aqui no metrô do Rio, eles querem ajudar o publico a destralhar, abrir mão dos excessos e ao mesmo tempo compartilhar história e promover cultura.

A brincadeira será feita através de uma máquina, como aquelas que vendem biscoito, livros e refrigerantes, porém a moeda de troca será livros! Sim, você deposita um livro já lido e escolhe um novo para ler!

Vending-Machine-SOU

Para trocar o livro basta direcionar o código de barras do seu livro no leitor da máquina e então depositá-lo. Na sequência, é preciso digitar o número relacionado ao novo título que você quer ler e desfrutar de uma nova história! Muito bacana, não é?

A máquina já está na Estação Botafogo desde o dia 21 de outubro, e fica durante um mês, depois ela irá para a Estação Carioca e depois Uruguaiana, totalizando três meses de muita rotatividade de livros, economia de dinheiro para o público e sustentabilidade!

Sempre achei as iniciativas sustentáveis da Natura muito legais, e essa é parte da evolução do relacionamento da marca com o Rio de Janeiro, que vem sendo redesenhada. “A partir de 2013 expandimos nossas ações e experiências que unem a essência da Natura, do bem estar bem, com a personalidade e as características únicas da cidade maravilhosa”, – Tatiana Kawakami, gerente de marketing regional da Natura.

Achei a Máquina SOU incrível, e estou doida para dar um pulo lá em Botafogo para bisbilhotar os livros que estão para troca e quem sabe trocar com um dos que eu já li… Vamos praticar o desapego!
Beijos!